sexta-feira, 19 de maio de 2017

CURSO DE REIKI TRADICIONAL JAPONÊS-ESCOLA KANGENDÔ


Curso ensina técnica tradicional japonesa que é antídoto imediato contra dores, ansiedade e estresse

Escola Brasileira de Terapias Japonesas está com inscrições abertas, em Goiânia, para o curso de Reiki, método de reequilíbrio do corpo e mente reconhecido pela Organização Mundial de Saúde 


Os benefícios do Reiki para a promoção do equilíbrio físico, mental e emocional serão apresentados no curso de formação em Goiânia, na Kangendô - Escola Brasileira de Acupuntura e Terapias Japonesas, em Goiânia. A programação do curso terá turmas de níveis I e II, a partir do dia 30 de maio até 18 de julho.

Citado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como prática terapêutica alternativa, o Reiki Tradicional Japonês é um procedimento atualmente oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS), como prática integrativa para a promoção e prevenção em saúde. Hospitais da rede particular, como o Albert Einstein, em São Paulo, também adotaram a técnica para acelerar a recuperação dos pacientes.

O mestre em Reiki e professor, Valério Lima, explica que a técnica é aplicada em pontos energéticos do corpo, promovendo relaxamento e ativando o sistema imunológico. Segundo ele, o método terapêutico foi desenvolvido no Japão pelo mestre Mikao Usui, no início do século XX, e estimula mecanismos naturais de recuperação da saúde por meio da imposição das mãos, com toques ou somente aproximação. 

Valério Lima explica que o Reiki, por ser uma terapia baseada na canalização da energia universal (rei), pode restabelecer imediatamente o equilíbrio energético vital de quem recebe a técnica. O método auxilia no tratamento de diversos problemas de saúde, como dores, gripes, reações a quimioterapia e também é antídoto contra o estresse e ansiedade.

Segundo o professor, é comum o paciente relatar uma sensação de relaxamento ou sono após a aplicação o Reiki. "Isso acontece porque a técnica desbloqueia os canais energéticos, fazendo com que o fluxo seja redistribuído pelo corpo. Esse desbloqueio permite o reequilíbrio, promove a saúde e pode eliminar doenças. Os resultados da aplicação da terapia podem ser sentidos a partir da primeira sessão", afirma o professor.

Confira
Curso de Reiki Tradicional Japonês em Goiânia
Local: Kangendô - Escola Brasileira de Acupuntura e Terapias Japonesas
Professor: Valério Lima - Mestre e Terapeuta em Reiki
Período: de 30 de maio a 18 de julho 
Formação: Níveis I e II de Reiki
Inscrições: (62) 3624-2568

sábado, 16 de julho de 2016

CUNHA SENSEI - UM DOS GRANDES DIVULGADORES DA ACUPUNTURA JAPONESA NO BRASIL



"O corpo humano é muito complexo em seus componentes, uma técnica apenas para trata-lo não produz muito efeito, portanto...devemos sempre somar técnicas e métodos de tratamento para assegurar ao paciente o máximo de resultado terapêutico. 
Com o tempo de experiência vamos aprendendo qual técnica deve ser empregada em cada caso. Há muitos fatores envolvidos, como: vícios posturais, traumatismos anteriores, alimentação, stress e meridianos.

A manutenção da distribuição da energia Ki é um dos fatores fundamentais para a manutenção da saúde e bem estar. Os sinais de seu desequilíbrio, o corpo nos mostra.

Devemos sempre pensar na qualidade terapêutica oferecida ao paciente". (Antônio Augusto Cunha)

ACUPUNTURA JAPONESA - OS VARIOS ESTILOS

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

EM BUSCA DOS PONTOS VIVOS - Conceitos e características principais da palpação na acupuntura japonesa

Em Busca dos pontos vivos

Conceitos e características principais da palpação na acupuntura japonesa




No estilo Japonês de Acupuntura, é fundamental que se descubram e encontrem os famosos pontos vivos ou pontos pessoais do paciente, conhecidos no Japão por ikita tsubô, para se obter um resultado bom ou excelente com esta prática. Grande parte do resultado imediato obtido na acupuntura japonesa vem da utilização destes pontos. Para os acupunturistas japoneses, quando esses pontos são localizados de forma adequada e precisa, são punturados ou recebem aplicação de moxa ou até mesmo sangria, consegue-se produzir efeitos excepcionais e maravilhosos.
No entanto, para a localização precisa destes pontos, as famosas polegadas chinesas (tsun) não são suficientes. Nem mesmo os reparos anatômicos de ossos, articulações e músculos  podem garantir sua localização adequada. Os reparos anatômicos servem em medida como demarcações e delimitações de áreas aproximadas onde o tão buscado ponto vivo se faz presente. Portanto, para ser eficaz na busca pelos pontos pessoais do paciente, precisa-se de mais que um aprimorado conhecimento anatômico do corpo. O segredo para o sucesso na localização destes pontos vem de um refinado desenvolvimento táctil, aprimorado durante anos de pratica de localização e busca dos pontos vivos.



Ao longo dos anos, a acupuntura japonesa foi se desvinculando da chinesa e se desenvolvendo de forma muito particular. Graças à inclusão e participação de deficientes visuais, que marcaram a história e o desenvolvimento da acupuntura japonesa, essa prática, incluindo suas técnicas de inserção, manipulação da agulha e localização de pontos, ganhou um rumo completamente diferente daquele praticado e ensinado na China. Basta ver, ao longo da história da acupuntura no Japão, a contribuição inequívoca de grandes mestres acupunturistas que, apesar de não contarem com a visão, usaram de toda sua criatividade e sensibilidade, sobretudo a sensibilidade táctil, para criar métodos magistrais de acupuntura, como fizeram Wachi Sugiyama, Kodo Fukushima e Kiyoshi Nagano. Portanto, foi ao fazer do corpo humano um livro de braile que a acupuntura japonesa e sua forma de localização de pontos se fizeram presentes e é desta forma que, nos dias de hoje, os acupunturistas do estilo japonês, sejam eles visuais ou invisuais, lidam com a localização e busca dos pontos vivos do paciente.



Um outro aspecto importante e que de maneira alguma deve passar desapercebido são as condições nas quais estes pontos emergem no corpo e se apresentam por entre os canais de energia. Um dos líderes do movimento que ficou conhecido como Keiraku Chiryo (Meridian Therapy) e que revolucionou a acupuntura no Japão expressa de forma clara as condições nas quais estes pontos convidam aos terapeutas para que sejam punturados.

"Os pontos de acupuntura são algo que se manifesta apenas após esforço físico ou repetido ou fadiga e quando o indivíduo está doente. Eles não são algo que possa ser encontrado em qualquer um a qualquer momento. Caso não exista doença, os meridianos e os pontos não se manifestam". (Okabe, 1983)

Em outras palavras, a condição sine qua non para que os pontos vivos se manifestem se materializará quando houver alguma anormalidade presente no indivíduo, fazendo com que os próprios pontos vivos sinalizem para o acupunturista, moxaterapeuta ou shiatsuterapeuta que devem ser tratados.
Dependendo das condições nas quais estes pontos se apresentam, diferenças marcantes, que vão desde a densidade, temperatura ou forma, podem ser detectadas com os dedos e as mãos. Quando existem desequilíbrios que afetam determinado meridiano, ao longo dele, alguns pontos, especialmente aqueles que se apresentam operantes ou ativos para o tratamento, caracterizam-se por trazer consigo secura ou umidade, flacidez e dureza, frio ou calor e, em alguns casos, estes se manifestam como verdadeiros caroços ou nódulos, alguns mais firmes e outros com forma esponjosa. Ao se punturarem estes pontos, observa-se um efeito quase que imediato em sintomas de dores agudas e crônicas, distúrbios gástricos, enxaquecas e desequilíbrios de cunho emocional.
É seguindo esta busca e treinamento para a localização precisa destes pontos que a acupuntura japonesa, ao longo das gerações, vem se tornando um método com resultados cada vez mais rápidos e efetivos.

Por Valério Lima - Acupunturista, professor e diretor do curso de pós graduação em acupuntura japonês, do satory terapias e Cursos e da faculdade Facei.